Faz tempo que estou sozinha e conheci um homem casado.

Uma cliente traz a seguinte questão para a Terapia:

Olene, faz tempo que eu não me relaciono com ninguém, e conheci um homem casado e ele disse que já está separado… mas está enrolado.

eu estou gostando dele, mas…


Ouça no #SoundCloud https://soundcloud.app.goo.gl/qSCeA


Primeiramente perceba onde começa a confusão, que depois vai dar muito trabalho para consertar.


Esse tipo de situação gera o chamado “emaranhamento quântico” nesse caso entre duas pessoas que já estão tentando curar suas afinidades (possivelmente negativas) do passado, e estão em pleno conflito, e uma terceira pessoa que entra em cena, e desconhece como funciona o Todo, desconhece a complexidade do campo, que tudo é consciência, e tudo fica registrado, a informação não se apaga, e está carente da figura do pai.

Ela diz que só vai ficar com ele se ele se separar. É claro que ela está influenciando negativamente na relação que já está por um fio, (eles podem se resolver, podem estar no processo de cura), e com a chegada dela, o marido vai se afastar ainda mais da esposa…

E qual é a frequência que está rolando aí…? Traição, dualidade, etc, etc…

A situação demora a se resolver e enquanto isso ela sente sensação de insegurança e pensa que ele é o culpado por ela sentir-se assim, e fica brava com Deus!


Quando uma criança não desenvolveu confiança no pai, lá na infância,

quando adulta, sente insegurança e não confia em mais ninguém...

...nem nela própria, pois esse sentimento vem desse arquétipo que não foi desenvolvido de maneira correta, harmoniosa, dentro dela.


Quando esse arquétipo do pai é falho para a criança...

...na fase adulta, ela fica girando em torno de si, perdida confusa, e não consegue se organizar, não tem foco, e sente dificuldade em memorizar, organizar, concretizar, manifestar, realizar... etc.

Esses verbos estão ligados à figura do pai, e quando há dificuldades nesse sentido, não é normal.


O resultado é uma sensação de insegurança, acompanhada de medo de ser abandonada, rejeitada, não se sente capaz de amar, se entregar verdadeiramente no amor, então, ela vibra numa frequência de superficialidade, “não compromisso”, e os homens que estão nessa frequência de traição, não responsabilidade, atrai esse tipo de mulher que também não valoriza e não honra o masculino, porque está em conflito com a figura do pai dentro dela....

Por negar a figura do pai, por “n” motivos que estão lá na infância, mas que também já estão estabelecidos no mapa dessa pessoa como desafio de vida, e por isso ela sente dificuldades nos relacionamentos.

Nesse caso específico, a figura do pai não transmitiu amor verdadeiro pra ela, ou ela não conseguiu receber, absorver esse amor, então, a ideia que ela tinha do amor em relação a figura do masculino, era falsa. Ela descobriu isso durante a sessão de desbloqueio.

Essa pessoa é uma terapeuta e como a criança dela ainda estava bem brava com o pai lá na infância, sem a adulta ter consciência, então, ela aconselhava separação, quando uma cliente chegava com uma questão por exemplo de relacionamento abusivo.


Nós como Terapeutas, necessitamos trabalhar essas questões dentro de nós, para estar com o campo cristalino, pois, do contrário iremos influenciar a decisão de nossos clientes.

Necessitamos compreender que os casais estão juntos para curar uma certa afinidade do passado, que não é separando que vai resolver, as vezes piora a situação, principalmente se houver filhos envolvidos.

O correto é se autoconhecer e curar esse aspecto dentro de si próprio, pois a Essência é naturalmente pura e tranquila. Não tem conflitos.

Relacionamento abusivo, ou qualquer outro tipo de conflito, é complexo, cada caso é um caso, mas vou tentar explicar um pouco:

Isso tem haver com padrões que as vezes o casal trás de outras vidas e se encontram aqui para resolver, equilibrar essas diferenças.

O karma vem cobrar, entende?

Então, não podemos tomar partido, pois, do contrário geramos emaranhamento com eles também.

Por isso, eu sei que é muito difícil separar a pessoa da ação que ela está cometendo, mas é por isso que existe terapia. Pra ajudar a pessoa a se livrar do comportamento abusivo, e também ajudar a outra parte, parar de ancorar esse padrão nela.

Se ela separar e não curar o padrão nela, ela vai acabar atraindo outro relacionamento abusivo.

Ou um chefe abusivo… até ela procurar ver o que é isso. Onde está esse padrão nela.

Assim mesmo quem está traindo, mais cedo ou mais tarde vai receber a informação de volta em seu campo pra curar/equilibrar. É assim que funciona a Lei de causa e efeito.

Esse tipo de comportamento ainda está ligado a mesma questão, que é uma distração da mente (novamente a figura yang). Quem pratica um erro, é por pura ignorância, porque se a pessoa soubesse que está preparando seu próprio caminho de sofrimento e perdição, ela tomaria mais cuidado e procuraria não errar. A mente se envolve com uma série de karmas (acumulações) negativos que depois retornam para si mesmo.

Todo conflito pode ser curado e resolvido no nível profundo, pois é apenas um reflexo do interior da pessoa. Os arquétipos é um recurso valioso nesse sentido e sempre traz muita clareza de onde estão esses padrões que estão gerando o conflito, trazendo lucidez e harmonia novamente. É realmente impressionante o poder que os arquétipos trazem em si, por isso é tão importante estudá-los.

Gratidão por compartilhar!

Eu sou Olene Ferreira Vilela

(Arquétipos e Terapias Cognitivas)

Conheça seus arquétipos:

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